
ONTs e potência óptica
Leituras de RX, TX, temperatura, distância e estado da ONT em uma única visão.
Explorar monitoramento óptico →Acompanhe equipamentos, enlaces, rede óptica e indicadores de tráfego com mais contexto. Menos telas desconectadas. Mais clareza para investigar, priorizar e agir.

Da saúde da rede às leituras ópticas e à topologia FTTH: telas do protótipo visual do Lógica FieldOps, com informações demonstrativas para apresentar os fluxos de operação.

Leituras de RX, TX, temperatura, distância e estado da ONT em uma única visão.
Explorar monitoramento óptico →
Navegação por equipamento e distribuição, com estados ópticos e vínculos de rede.
Conhecer a visão FTTH →
Uma visão orientada a equipamentos para apoiar triagem, investigação e histórico.
Conhecer a plataforma →As capturas representam o protótipo visual do Lógica FieldOps. Dados, nomes, indicadores e estados exibidos são demonstrativos, não uma operação de cliente em tempo real.
Um equipamento pode responder ao ping e, ainda assim, entregar uma experiência ruim. A operação precisa enxergar degradação, capacidade e histórico — não apenas o status online.
Organize a observação de roteadores, switches, servidores, interfaces e conectividade, com indicadores por dispositivo.
Entender a plataforma →Investigue a camada PON, estados operacionais e níveis ópticos quando os modelos e protocolos oferecem esses dados.
Explorar fibra óptica →Observe tendências, uso de interfaces e gargalos. Amplie a análise com fluxos e percentis conforme a integração contratada.
Analisar tráfego →Ajude o NOC a diferenciar indisponibilidade, degradação e falha de coleta, reduzindo ruído operacional.
Ver abordagem →Relacione a investigação ao inventário e aos sistemas da operação, conforme os conectores disponíveis.
Conhecer integrações →Compare períodos, identifique recorrências e registre informações úteis para suporte e planejamento.
Conhecer recursos →Monitorar não é colecionar gráficos. É organizar o que acontece no acesso, no transporte e na borda para que a equipe tome decisões com menos tentativa e erro.
Antes de prometer uma integração, identificamos fabricantes, modelos, protocolos, indicadores disponíveis e o objetivo operacional do provedor.
Mapeamento dos equipamentos, enlaces, tecnologias e principais dores do NOC.
Verificação de SNMP, APIs, credenciais, OIDs e métricas realmente expostas.
Indicadores, prioridades e histórico alinhados à operação.
Integrações e novos indicadores conforme necessidade e compatibilidade.
A proposta é trabalhar com ambientes heterogêneos, mas a compatibilidade efetiva depende de fabricante, modelo, firmware, protocolos e dados disponibilizados. A homologação faz parte do levantamento.
Não. Ele complementa os sistemas operacionais. Integrações com ERP, ACS, RADIUS ou outros serviços são avaliadas por escopo.
Quando a OLT e o método de coleta disponibilizam os indicadores necessários, podemos avaliar potência, estado operacional e histórico. Os dados variam por fabricante e perfil de acesso.
Não. A visualização desta página é ilustrativa, criada para representar conceitos de observabilidade. A demonstração funcional deve ser validada no ambiente do produto.
Conte como sua infraestrutura está organizada. Vamos avaliar equipamentos, métricas, integrações e prioridades da operação.